“A Laço nasceu do nosso sonho de vencer mas cada um precisa dar algo de si”. Desemir, paciente.
“Na Laço os participantes conseguem transformar e perceber sua desigualdade como um acontecimento comum. (…) Retomam a potência da diferença por meio de uma contribuição ou de um trabalho. Esse trabalho é a pessoa que escolhe fazer, voluntariamente. (…) Assim, os desiguais constroem subjetividades e direitos, mas também seu potencial frente ao mundo”. Oswaldo Teixeira, paciente.
“A Laço tem porta de entrada aberta a todos que se interessam em usufruir e promover o enlaçamento social. Não é, portanto, um lugar de pacientes psicóticos, mas um lugar de convívio. Todos participam de tudo, à sua maneira, sem a restrição do diagnóstico psiquiátrico, sem as amarras que impedem atividades produtivas e ações voluntárias. Em consequência, cria saídas e novos destinos”. Sebastião Fernandes, conselheiro da Laço.
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